ADVOCACIA PARA STARTUPS, VEJA COMO INICIAR NA ÁREA!

ADVOCACIA PARA STARTUPS, VEJA COMO INICIAR NA ÁREA!

Advogar para Startups tem se tornado um sonho para jovens advogados, graças a flexibilidade dessa área da advocacia, além dos altos ganhos financeiros que ela proporciona.

Tudo isso tem aumentado o interesse de advogados por cursos e especializações com foco nesse ramo do Direito. Afinal, o que é preciso para advogar para Startups?

Separamos a seguir dicas inéditas para você descobrir como ser um advogado de startups e quais são os passos para ter sucesso nessa área lucrativa!

Vamos lá?

1 – O que são Startups?
2 – O que faz uma advogado de Startup?
3 – Qual o perfil do advogado de Startup?
4 – Como se tornar um advogado de Startup?

O que são Startups?

As Startups são empresas jovens, criadas para oferecerem aos seus usuários ou clientes uma experiência inovadora e nunca vista naquele setor a qual se enquadram.

São empresas disruptivas, que tem como ponto de diferenciação o emprego de alta tecnologia.

Com isso, essas empresas conseguem descobrir falhas ou deficiências do mercado, para então comercializarem produtos e serviços mais completos.

Uma grande característica das Startups é sua velocidade de crescimento. Como empresas emergentes, elas conseguem atrair bastante aporte financeiro, o que se resulta em crescimento de curto prazo.

Com uma cultura baseada na melhor experiência e feedbacks constantes dos clientes, as Startups revolucionam a forma com que as pessoas utilizam produtos e serviços habituais.

Alguns exemplos de Startups bem-sucedidas são: Meta (Facebook), Amazon, Google e Netflix.

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O que faz uma advogado de Startup?

A advocacia adquire novos contornos em cada um de seus ramos e, se tratando de startups, é essencial um conhecimento de diversas áreas do Direito, já que esse modelo de negócio poderá ter demandas empresariais, contratuais, trabalhistas, entre outras.

Um advogado de Startups tem como função auxiliar os fundadores da empresa a darem os primeiros passos de maneira segura e legal. Isso envolve desde o estatuto da empresa até os termos de uso ou licenças para os usuários finais.

Muitas vezes, o advogado de startups lidará diretamente com questões relacionadas a tecnologia, inovação e proteção de dados. Para isso, é importante se manter atualizado e saber identificar as novas necessidades jurídicas do setor.

Qual o perfil do advogado de Startup?

O advogado de Startups tem um perfil orientado a resolução rápida de problemas e conflitos. Em um ambiente empresarial dinâmico e acelerado como das Startups, é preciso ser atento, analítico e curioso.

Advogar para Startups também exigirá estudo frequente, já que novas regras, leis e tecnologias surgem anualmente, mantendo o setor sempre em movimento.

Uma dica importante é que quem deseja ingressar nesse ramo inovador do direito, precisa se familiarizar com o vocabulário das Startups, já que existem termos que são inerentes a esse modelo de negócio.

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Como se tornar um advogado de Startup?

O ramo das Startups apresenta uma carência de advogados qualificados, por isso sempre há muita demanda de trabalho e empresas dispostas a contratarem recém-formados que tenham alguma especialização na área.

Como você deve ter percebido, uma Startup possui a mesma base que qualquer empresa, se diferenciando muito mais na forma que comercializa suas soluções do que em sua organização.

Dessa forma, para ingressar na advocacia de Startups é necessário ter uma excelente base em direito empresarial, bem como um conhecimento amplo nos mais variados modelos de contratos.

Por ser uma área muito relacionada ao setor Tech, muitos advogados buscam uma especialização em Direito, inovação e tecnologia, pois essa formação não só cobre temas importantes da advocacia corporativa, mas também está atualizada e de acordo com as mais recentes demandas da advocacia, como a propriedade intelectual e a LGPD.

Conclusão

A advocacia para Startups ainda tem pouca representação no Brasil, mas vale ressaltar que essa é uma área extremamente lucrativa, apresentando uma das maiores remunerações para advogados, tendo a possibilidade de atuar contratado (CLT) ou de maneira mais flexível, como consultor jurídico.

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